quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Como motivar os babyboomers

Quem são eles?
São as pessoas nascidas entre 1946 e 1977. Hoje eles tem entre 45 e 65 anos.
Eles viram o mundo se reconstruir após a segunda-guerra mundial e a atual política economica do mundo ser criada.

Como eles vêem a vida?
São tradicionalistas. Entraram em seus empregos ainda jovens, com a intenção de ficar lá até a aposentadoria.
Gostam de rotina e continuidade.

Como motivar babyboomers a estudar online?
1) Disposição para ajudá-los nas questões técnicas
Os babyboomers não tem familiaridade com computadores e internet. Por isso, qualquer dificuldade técnica pode tirá-los da trilha de conhecimento.
Ter um suporte que os ajude ou mesmo criar uma rede de contatos dos mais "antenados" com os mais leigos, é fundamental para que eles não desistam no meio do caminho.

2) Cursos de média duração
Cursos muito curtos darão a eles a impressão de que não aprenderam nada.Cursos muito longos vão deixá-los cansados e desmotivados.
O ideal são cursos em que eles precisem ficar pouco tempo efetivamente online, mas que possam seguir um roteiro de estudo programado pelo professor com prazos a serem cumpridos.

3) Cursos que tenham algum tipo de interação social, se possível fora do ambiente virtual
Babyboomers gostam de contato pessoal. São de um tempo em que falar pelo computador era coisa de filme. Então, se for possível marcar encontros presenciais - mesmo que somente para confraternização - com certeza seus alunos ficarão felizes.
Distribuir listas com telefones dos outros alunos da turma também é uma estratégia bastante eficaz, já que eles preferem interagir por telefone que pelo computador.

4) Materiais impressos
Todo material disponibilizado para estudo online também deve estar disponível para impressão. Babyboomers preferem ler no papel do que na tela. A maioria deles irá acessar a plataforma LMS, imprimir o material, e estudar offline.

5) Provas
Como bons tradicionalistas, babyboomers acreditam nas provas. Durante toda a vida eles foram avaliados numericamente pelos professores e se sentem mais seguros dessa forma. Então, marcar provas, sempre oferencendo um material de revisão antes, é fundamental para deixá-los motivados.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Diferenças entre as gerações

No mês passado participei de um congresso sobre EaD e me deparei com uma palestra muito interessante sobre as características das gerações e como elas intereferem no aprendizado. Achei as questões tão intrigantes, que resolvi estudar o assunto. Logo, este e os próximos posts do blog serão sobre as gerações Babyboomer, X, Y e Z.

Comecemos do principio. Neste post vou simplesmente descrever as gerações. As analises virão mais tarde.

Baby Boomers
São as pessoas nascidas entre 1946 a 1964.
Eles viram e sentiram os efeitos do final da 2ª Guerra Mundial e, por isso, tem com principais ideais reconstruir o mundo.
No trabalho, eles querem construir uma carreira e ficar na mesma empresa até a aposentadoria.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 30 a 40 anos

Geração X
São as pessoas nascidas entre 1965 a 1978.
Criaram a internet e viveram em luta pela paz e pela liberdade. Passaram pelo Movimento Hippie e pela Revolução Sexual.
Não tem apego emocional pelo trabalho, como na geração anterior. Trabalham por que é preciso pagar as contas.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 10 a 15 anos

Geração Y
São as pessoas nascidas entre 1979 a 1992.
Ajudaram a concretizar a internet e passaram pela Revolução tecnológica. Por isso, seus principais ideais são a globalização e a diversidade.
No trabalho, sua ambição é satisfazer o desejo de consumir.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 4 a 6 anos

Geração Z
Nascidos a partir de 1993.
O Z é de zapear, mas também podem ser chamados de Geração F, ou Geração Facebook.
São a única geração a não passar por uma migração digital.
Vivem na Interatividade digital.
São empreendedores e costumam pensar fora da caixa.
Como encontraram "tudo pronto", e nasceram em um mundo sem guerra, acabam não tendo ideais e, por isso, são pessoas com compromisso superficial, em todos os aspectos da vida, inclusive no trabalho, que eles vêem como uma forma de ser desafiado.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 1 a 3 anos

Se você é como eu, só de ler essas características já ficou fazendo associações com você ou com pessoas que você conhece, ligando a cada geração. Isso é saudável, mas, é importante ter em mente que não podemos generalizar. Alguém que teoricamente é de uma geração, pode ter comportamento referente a outra.

Nos próximos posts, vamos falar um pouco sobre como motivar cada geração na educação corporativa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Andragogia e o Ensino à Distância

Tem muito tempo que escuto falar em Andragogia, e sabia que era algo relacionado à aprendizagem de adultos, mas ultimamente tenho aprendido que essa "ciência" está muito ligada ao ensino à distância. Explicando melhor, o EaD permite que os conceitos da andragogia sejam aplicados com mais facilidade.

Comecemos pelo começo: Na década de 1900 começaram a ser feitos estudos sobre a educação de adultos, mas somente na década de 1970 isso começou a ser nomeado como Andragogia. A primeira vez que o termo apareceu foi na boca do Malcolm Knowles, no ano de 1970, quando ele disse: "Andragogia é a arte ou ciência de orientar adultos". Em 1973, outro estudioso, Pierre Furter, rebateu Knowles, dizendo que os conceitos da dita andragogia eram tão amplos que poderiam ser usados para educar qualquer ser humano, de qualquer idade. Eu, particularmente, concordo com Furter.

Enquanto estudante, sempre fui tida como "rebelde" por que não gostava de assistir às aulas. Mas, a despeito disso, minhas notas sempre foram ótimas. Desde nova, eu tinha meu ritmo de estudo e não me adaptava ao curriculo pré-programado dos professores. Sou uma espécie de super-mulher? Não! Só possuo um jeito prórpio de aprender.

As crianças, são acostumadas a seguir o mestre, e o método tradicional de ensino - a boa e velha pedagogia - acaba funcionando. Mas os adultos são seres independentes - ou pelo menos gostam de se sentir assim, então, a história de "seguir o mestre" acaba deixando o aprendizado chato e lento. A solução é a utilização de alguns conceitos de andragogia. Lembrando que, como no meu caso, esses conceitos podem ajudar crianças e adolescentes a aprenderem melhor. Os conceitos são:
- Os adultos precisam saber o motivo de precisarem aprender algo.
- Os adultos querem escolher seu ritmo de aprendizagem.
- Para os adultos, a experiência de vida é a base do aprendizado.
- O adulto aprende melhor quando pode aplicar o que aprendeu de forma prática.
- Os adultos são motivados por autoestima, qualidade de vida, ganhar mais, etc.

Para colocar em prática os conceitos, algumas idéias - para EaD :)
- Usar fóruns para os alunos contarem suas experiências práticas sobre o assunto estudado.
- Deixar em algum ponto vísivel da página do treinamento a importância de aluno aprender aquele assunto.
- Criar grupos aleatórios em que os alunos tenham a responsabilidade de cobrar a participação dos colegas de seu pequeno grupo.
- Disponibilizar atividades que não tenham pontuação, apenas para estudo.
- Dar feedback constante de como o aluno está indo no curso, ao invés de simplesmente dar notas.
- Criar mecanismos de ranking onde aqueles que forem melhor nas atividades pontuadas, recebam o reconhecimento dos colegas - e talvez até um prêmio.
- Disponibilizar todo conteúdo do curso de uma só vez e permitir que os alunos naveguem no conteúdo na ordem que acharem melhor.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Podcasts na Educação à Distância

O termo "Podcast" surgiu em 2004, alcunhado por um DJ e um jornalista (Adam Curry e Dannie Gregoire, respectivamente). O nome se refere a publicação de conteúdos de áudio online, e ganhou dimensão rapidamente na Web, culminando na criação de rádios online.

A publicação de podcasts é praticamente tão simples quanto a publicação de um post em um blog, mas sua vantagem é que o arquivo, em formato MP3, pode ser baixado e ouvido através de mp3 players, ipods e rádios em geral.

A utilização de PodCasts na Educação à Distância é uma das potencialidades trazidas pela Web 2.0 ao aprendizado. A ferramenta é bastante atrativa aos alunos por não precisarem necessariamente estar na plataforma para estudarem o conteúdo.

Outra utilização interessante é o próprio aluno produzir um podcast e disponibilizar para os colegas. Esse podcast pode ser desde sua apresentação para o grupo, até a apresentação de um trabalho de forma oral.

Como em todas as ferramentas da Web 2.0, a utilização do podcast na EaD depende de somente uma coisa: A CRIATIVIDADE DO PROFESSOR!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vale a pena sair da plataforma e usar Ferramentas da Web 2.0?

Muitas plataformas de EaD possuem ferramentas similares às encontradas na Web, neste caso, utilizar-se das ferramentas internas é bastante mais confortável tanto para o professor quanto para o aluno. Porém, em algumas plataformas, as ferramentas não estão disponíveis, ou, possui algumas ferramentas e outras não. Nesses casos, vale a pena utilizar ferramentas fora plataforma?

O intuito principal é fazer com que o aluno aprenda, portanto, acredito ser válida a utlilização.

"É importante educar para a autonomia, para que cada um encontre o seu próprio ritmo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, é importante educar para a cooperação, para aprender em grupo, para intercambiar idéias, participar de projetos, realizar pesquisas em conjunto" José Manuel Moran, no artigo Novas tecnologias e o reencantamento do mundo.

Utilizar as ferramentas da Web 2.0 desenvolve não só as competências relacionadas a disciplina/curso, mas prepara os alunos para serem cidadãos conscientes em uma sociedade que está em constante e permanente expansão. Fazendo isso também fora da plataforma, os trabalhos ficarão sempre disponíveis, mesmo depois do encerramento das aulas, e poderão ser visualizados no futuro.

Obviamente, não defendo o fim das plataformas, nem o uso displicente delas. Mas em toda plafarma EaD, existem gaps que podem ser preenchidos facilmente através de ferramentas 2.0. Então, por que não fazer?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Del.icio.us

A ferramenta foi desenvolvida por Joshua Schachter em 2003. Ela permite o armazenamento de Favoritos fora da estrutura do navegador. Vantagem? Você pode acessar seus sites favoritos de qualquer computador! Bastando acessar sua conta no Del.icio.us.

Existem outras ferramentas com a mesma função. Eu, particularmente, guardo meus Favoritos na Barra de Ferramentas do Google. É mais prático pois não preciso acessar um site para entrar na conta e enquanto navego posso, a um clique, escolher um favorito para visitar. Essa barra, apesar de ótima para uso pessoal, mas não possui ferramentas de interação como o Del.icio.us.

No del.icio.us é possível:
- Compartilhar seus Favoritos
- Visualizar favoritos públicos
- Guardar favoritos separados por tags
- Adicionar pessoas a sua rede de compartilhamento
- Visualizar últimas ações de compartilhamento de seu grupo

A ferramenta pode ser útil em algumas situações de um curso à distância. Por exemplo, o professor pode criar uma conta e adicionar nos Favoritos páginas que devem ser visitadas. Ao longo do curso, ele pode continuar adicionando páginas, e os próprios alunos também podem fazê-lo. Dessa forma, a pesquisa e o conhecimento são compartilhados com todos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Flickr

O Flickr foi desenvolvido por Caterina Fake (é verdade! é o sobrenome dela!) e Stewart Butterfield para a empresa Ludicorp. Em 2005, a empresa foi comprada pela Yahoo que absorveu a ferramenta. O Flickr serve para hospedar e partilhar imagens, desenhos, ilustrações e fotografias.
Através da ferramenta, é possível o usuário criar álbuns e categorizar as fotos através de TAGs (palavras-chave que permitem encontrar as fotos com facilidade). O Flickr permite que cada foto receba um status diferente com relação a quem pode visuazá-la e também a produção de cartões, postais, selos, calendários, etc...
Enquanto rede social, o Flickr permite a inclusão de comentários nas fotos, a criação de grupos de compartilhamento e a possibilidade de o usuário manter-se atualizado sobre o que seus amigos produzem.

Como usar o Flickr no EaD?
- Todos podem ser incentivados a participar do mesmo grupo, e assim, contribuirem com imagem sobre o assunto do curso/da aula
- O professor pode solicitar aos alunos fotografias relacionadas às suas cidades, para compartilharem e conhecerem a realidade dos colegas
- Os alunos podem criar, em conjunto, um álbum sobre os assuntos tratados

Enfim, são diversas as maneiras possíveis de utilizar. Mas pessoalmente, congigo pensar em mais usos relacionados a cursos de artes e fotografia.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

YouTube

O Youtube surgiu em 2005, criado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karin, possibilitando a partilha de vídeos.

Em 2006, o Youtube foi comprado pelo Google e eleito pela revista Time, a melhor invenção do ano. A eleição causou muita polêmica pois a disponibilização de vídeos já existia e por isso, a ferramenta não deveria ter sido encarada como invenção, mas como adapatação.

Hoje em dia, o Youtube é uma febre entre os jovens, mas ainda é tido mais para diversão que para aprendizagem. Para mudar isso, o professor deve se apropriar das mídias para poder alcançar seus alunos. A utilização da ferramenta traz como fruto a interação que enriquece os ambientes de aprendizagem, tornando-os atrativos e agradáveis.

Na cabeça dos alunos, o momento do vídeo é entretenimento. E aproveitando esse momento em que ele "baixa a guarda", o professor pode transmitir informações ilustradas com imagens e sons.

Como envolver os alunos nos vídeos?
Basta os tornar autores ou co-autores no processo de criação, conseguindo um envolvimento ativo do aluno em prol de sua própria aprendizagem. Quando a experiência de produção é posta nas mãos do aluno, ele se vê envolvido com pesquisa, auto-avaliação, colaboração e produção de um produto coletivo.

Cabe ao professor definir como o vídeo será inserido na dinâmica da aula/curso:
  • O professor pode chamar os alunos a produzirem e publicarem vídeos sobre algum conteúdo.
  • O professor pode publicar vídeos ilustrativos sobre o assunto estudado.
  • O professor pode indicar vídeos de outros autores sobre o assunto.
  • O professor pode pedir que os alunos pesquisem vídeos e disponibilizem os links em um fórum.

As possibilidades são infinitas, mas, novamente, como nas estratégias de utilização dos blogs, o professor é peça fundamental para que a ferramenta seja bem utilizada e alcance as metas pré-propostas.

Teachertube
É uma espécie de Youtube para um público restrito ao ensino/educação. Foi lançado em 2007 para que professores, educadores e escolas se servissem das potencialidades pedagógicas uns dos outros.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Blogs

Os blogs, ou Weblogs, foram criados na década de 1990 por Jorn Barger. A ferramenta consiste em uma página em que as informações são organizadas da mais nova para a mais antiga, com apontadores para outros sites. Os blogs podem ser facilmente atualizados por alguém que não tenha grandes conhecimentos de informática, com textos, imagens, vídeos, etc.

De acordo com Orihuela, autor especializado na ferramenta, os blogs têm 3 vantanges:
- A facilidade de criação e edição
- A facilidade de o leitor se centrar no conteúdo, por conta do tipo de interface
- A existência de funcionalidades como comentários, arquivos...

Em 2005 ocorreu a blogmania, quando, por dia, eram criados aproximadamente 10 mil novos blogs. Hoje em dia, a ferramenta evoluiu:
- Fotolog: blog de fotos
- Vídeolog: blog de vídeos
- Moblog: blogs móveis (para celular)

Mas o que é pensado sobre blog dentro da educação?
"Se há alguma área onde os weblogs podem ser utilizados como ferramenta de comunicação e de troca de experiências com excelentes resultados, essa área é sem dúvida, a da educação" Barbosa & Granado (2005)

O blog pode "funcionar como caderno, portifólio, apoio à disciplina, também pode ser usado para disponibilizar pequenos sites com WebQuest e Caça ao Tesouro, que são atividades orientadas para a pesquisa na Web" Carvalho (2006)

Com o blog "os textos ficam acessíveis ao professor e aos colegas, que os podem ler, comentar, avaliar e sugerir ligações para sites pertinentes sobre os assuntos abordados" Cruz (2007)

Possibilidades de uso de um blog
- Professor - aluno
Professor publica textos que os alunos devem comentar.
Professor publica imagens que complementem um texto disponibilizado
Professor pode lançar desafios

- Aluno
Professor pede que cada aluno leia um determinado capítulo e publique o resumo no blog
Aluno escreve sobre sua trajetória de aprendizagem a cada módulo de estudo - só professor acompanha

Para os blogs serem usados na educação, é imprescíndivel que haja foco e direcionamento. Não adianta mandar cada aluno montar um blog e a tarefa acabar por aí. Também não adianta o professor criar um blog e despejar material nele. É preciso incentivar o uso. É preciso incentivar a visitação. É preciso montar conteúdos interessantes. É preciso dar sugestões interessantes de uso e publicação.

Como em uma sala de aula tradicional, para uma ferramenta ser bem utilizada pelo bem da aprendizagem, é preciso a presença do professor como mediador, incentivador e direcionador.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ferramentas da Web 2.0 à serviço da Educação: Blog, YouTube, FLickr e Delicious

A construção do conhecimento não é mais a mesma. Os ambientes formais de aprendizagem, como a escola, não têm mais exclusividade na transmissão de conhecimento.

“Por esta razão, a escola deve alterar a sua concepção tradicional e deve começar por estabelecer pontes com outros universos de informação e abrir-se a outras situações de aprendizagem”

Cruz & Carvalho

Hoje em dia, os alunos, jovens ou adultos, se motivam mais no uso de ferramentas tecnológicas do que com os métodos tradicionais de ensino. Por tanto, para ter sucesso na missão de passar o conhecimento, o professor precisa lançar mão de novas tecnologias.

Vamos listar algumas ferramentas e possíveis usos, mas em breve, aprofundaremos o estudo sobre cada uma delas.

Blog
Permite publicar informações gratuitamente. Em geral, os blogs têm uma interface bastante simples, pois são centrados no conteúdo, não na aparência.
Por ser gratuito e de fácil edição, o blog é muito utilizado por jovens. Na educação o blog pode ser usado de algumas formas:
- Cada aluno tem seu blog para discorrer sobre algum assunto e o professor avalia esse blog
- Cada aluno tem seu blog e o usa como Diário de Aprendizado. O professor acompanha os blogs e ajuda os alunos no que identificar como necessário após a leitura do blog.
- O professor mantém um blog onde os alunos podem ler sobre os assuntos do curso.

Flickr
Permite o compartilhamento de imagens e possibilita a criação de álbuns para armazenar fotos e vídeos. Todo o material compartilhado pode ser disponibilizado em fóruns e blogs.
O flickr pode ser usado dentro do Ambiente de Aprendizagem como forma de descontrair, permitindo que os alunos postem fotos prórpias. Ou pedindo que eles compartilhem fotos e imagens que tenham a ver com o assunto estudado.

Del.icio.us
Permite a organização de seus sites favoritos através de agrupamentos sob palavras-chave. Pode ser muito usado pelo professor para organizar sites sobre assuntos do curso, e como sugestão para que os próprios alunos utilizem a ferramenta para facilitar o acesso a informações importantes.