quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Estudar faz parte...

Esse post é só para mostrar meu diploma :)
Fechei esse curso de Tutoria, pela FACCAT, bancado pela Literis Treinamento Online.

Meu diplominha:

quarta-feira, 11 de julho de 2012

E-learning corporativo X Economia

Trabalho com EaD há alguns anos, e sempre com o mercado corporativo.
É interessante ver como o perfil das empresas que abraçam o e-learning está mudando, e, mais do que isso, é bonito ver as estratégias se redesenhando naquelas empresas pioneiras no EaD.

É lugar comum que as empresas podem economizar absurdamente adotando o ensino à distância. Principalmente aquelas que tem seus colaboradores espalhados por um território de dimensões continentais como o nosso. Mesmo com alguns gastos, digamos "estranhos", a economia ainda é muito grande.

Por exemplo, uma empresa que atendo, comprou fones de ouvido para todos os funcionários. Gasto estranho? Foi a forma que eles encontraram de permitir que os colaboradores realizassem cursos com som e locução.

Outra empresa, montou um caminhão-escola, cheio de computadores com acesso à internet, que roda pelos postos de trabalho permitindo que os funcinários, que não estão sequer habituados a ficar na frente de um computador, sejam qualificados "à distância".

São inúmeros os exemplos. Mas o importante é lembrar que a implantação e manutenção de um projeto e-learning na empresa - seja grande ou pequena - é bom para a empresa e bom para os funcionários!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Cada um aprende de um jeito

Não é segredo para ninguém que a Educação à Distância é baseada na auto-aprendizagem. Tenho para mim que é isso que assusta tanto as pessoas nessa modalidade de ensino... já que ao invés de ter alguém a quem culpar, o aluno precisa ser totalmente responsável pelo que aprendeu - ou não aprendeu. Por outro lado, saber que você é o responsável é um tanto motivador e pode gerar auto-confiança no aluno. Parece chover no molhado, mas os professores precisam ter isso em mente, por que pensar que online pode-se usar as mesmas estratégias presenciais é a garantia de derrota do projeto.

Indo por esse caminho, quero falar de Estilos de Aprendizagem - as coisas que vou escrever valem para online ou presencial.

Cada aluno possui seu ritmo de estudo e de aprendizagem. O ensino tradicional não respeita esse tempo insdividual, pois vê a turma como um único individuo, mas o online, precisa ter esse cuidado. Não dá para usar uma única estratégia. É preciso um grupo de estratégias que façam funcionar! Recursos humanos e materiais (apostilas, links, etc) precisam estar adaptados e ser colocados de forma que os alunos possam agir como po cliente de um restaurante: ir ao cardápio e escolher o que mais lhes interessa. Tudo tem que estar à disposição, de acordo com que eles forem necessitando. E aqui está a grande sacada: É O ALUNO QUEM DEVE DECIDIR DO QUE ESTÁ NECESSITANDO!

Não basta somente reconhecer que existem diferentes formas de aprender, que nem todos os alunos, diante da mesma situação, aprendem da mesma maneira. É necessário pensar fora da caixa e criar as condições para que todos possam ter acesso ao conhecimento, cada um do seu jeito e no seu ritmo.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Um pouco de história

O que se fala hoje em dia é: "EAD deixou de ser o futuro, já é o presente!", "O crescimento da educação a distância mais que dobra todo ano", "A regulamentação da EAD não acompanha seu crescimento", ...

Mas e como tudo começou? Ou, aprofundando, como tudo começou no Brasil?

No início de tudo, lá pelo século 18, a pólvora da educação foi descoberta no Brasil. Em um país com território de tamanho continental e com uma enorme massa trabalhadora sem instrução, a educação era um problema gigantesco (muito pior do que é hoje).

Nesse cenário, surgiu o ensino profissionalizante à correspondência, que permitia que as camadas sociais menos privilegiadas pudessem participar, de alguma forma, do sistema formal de ensino. Além do profissinalizante, também eram "ministradas" aulas de educação básica.

Só que havia um problema: a modalidade ficou marginalizada no país. O preconceito dizia que Educação à Distância era para pobres e ponto.

As coisas começaram a mudar quando, em 1970, foi criada a OpenUniversity, em Londres, que exportava seus cursos. Então, eles começaram a deixar de ser "cursos para povão".

Por todo mundo começaram a surgir teorias sobre EAD, como a Teoria da Autonomia (trata a independência do aluno como componente essencial da modalidade ensino), Teoria da Industrialização (trata a modalidade como uma educação industrializada, impessoal) e a Teoria da Interação e Comunicação (que vê a EAD como proporcionadora de oportunidades de aprendizagem). São muitas teorias, muitos conceitos e pouco consenso. Cada um tem sua verdade e cada instituição aproveita como pode o que se tem disponível.

O importante é que a modalidade de ensino a distância trouxe para o Brasil a possibilidade de expansão de horizontes, de forma que o nível de educação no país possa aumentar. Torcemos para que isso seja verdadeiro e que seja um crescimento exponencial!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Especialistas são necessários

Ser  ótimo médico não gabarita o cara a operar com raio laser.
Entender tudo de raio laser não gabarita o cara a operar com raio laser se ele não for médico.
Fazer um cursinho de "O impacto do raio laser na medicina" não te fará um expert no assunto.

então...

Se você é ótimo professor, não significa que será ótimo com EaD.
Se você é ótimo com informática, não signifca que será ótimo com EaD.
Fazer um cursinho de "Como ser Tutor EaD" não garante que você virará um expert no assunto.

Moral da história: na dúvida, procure especialistas.

www.literis.com.br

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Dá para avaliar alunos que estudam à distância?

Eu trabalho com Educação Corporativa e, em geral, as avaliações são o ponto-chave dos treinamentos pois dão aos gerentes um relatório cheio de números que ele vai precisar mostrar ao diretor, a uma auditoria, ou até ao presidente. Mas é importante lembrar que avaliar é um processo que gera muito mais que um relatório, pode gerar descontentamento e aborrecimento, se não for bem trabalhado.

Uma das grandes vantagens da EaD é a possibilidade de individualizar seu percurso de estudo. Se o aluno prefere começar pelo módulo 03, fazer o 02 e só então o módulo 01, ok. A responsabilidade é toda dele. Porém, para que ele não esteja totalmente sozinho nesse caminho, o professor precisa atuar como mediador, mesmo que não esteja presente, de fato, enquanto o curso acontece. Isso significa que o responsável pelo curso/treinamento precisa pensar o treinamento como um todo e não somente o conteúdo formal. A própria avaliação precisa passar por um questionamento de objetivos antes de ser passada aos alunos.

Não vou entrar em detalhes sobre esse assunto agora, mas existem 2 formas interessantes de avaliar, e o professor precisa estar atento a qual das formas se encaixa melhor ao seu público e ao objetivo do seu curso ou treinamento. São elas:
Avaliação somativa: É a avaliação tradicional. Contabiliza o quanto aluno aprendeu pelo número de acertos e erros ele teve em questionários e trabalhos. Esse tipo de avaliação classifica os alunos em aptos e inaptos, ou, pode ser usada como mecanismo de rankeamento para premiações.

Avaliação formativa: Procura conhecer como e o que o aluno está aprendendo buscando que ele se aperfeiçoe. Esse tipo de avaliação não leva em conta o certo ou o errado, mas deixa o aluno decidir o que é o que. É uma lapidação dos caminhos para dar a direção, mas sem podar ou acusar o aluno com certos e errados.

Agora, talvez mais importante que avaliar em si, seja deixar o aluno ciente de como ele vai ser avaliado. Um contrato de aprendizagem, no início de cada curso/treinamento é uma forma de deixar essas "regras" bem claras. E quais devem ser as clausulas desse contrato? Devem ser coisas simples:
- Como vai funcionar a aula
- Quais são os critérios de avaliação
- Quantas provas/trabalhos estão planejados
- Quais os papéis serão desempenhados por alunos, professores, tutores, suporte, etc

A importância desse tipo de documento é na dimensão psicológica, mas traz para a vida prática clareza nos processos, tranquilizando os alunos, e dando condições de ser justos aos professores.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Rotary Club


Costumo brincar dizendo que um dia as rodas dos monumentos do Rotary Club vão começar a girar e de dentro da terra vão sair estruturas enormes para eles dominarem o mundo! Você já percebeu que existem dessas "rodas-monumentos" do Rotary em tudo quanto é lugar?

Pois é. No mundo do e-learning ela também existe!
Ainda não é uma estrutura arrumada dentro de uma plataforma específica, mas eles já possuem essa preocupação. No site do Rotary (rotary.org) é possível encontrar em formato de apostilas, informações gerais e as visões da organização. Além de alguns módulos específicos para novos membros e uma avaliação sobre o conteúdo.

Mas por que o Rotary se preocupa com treinamento?
Simples, por que treinamento é muito importante, em qualquer esfera.
E disponibilizar os conhecimento online é muito mais rápido e mais barato!

Se você é líder em qualquer grupo, comece a pensar em como treinar aqueles que colaboram com você. O rotary não está em todo lugar a toa. Eles sabem o que fazem :)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Facebook X Moodle


O facebook.... fenomeno total na internet. Eu mesma, passo o dia com uma, das incontáveis, abas do Chrome aberta nele. Mas no que isso é importante para a EaD? E o Modle nessa história toda?

Vejo essa importância sob dois aspectos: familiaridade com a internet e funcionalidades.

1) Familiaridade com a internet
Quanto mais tempo a pessoa fica online, mais intimidade ela tem com o computador. Isso não se significa que ela vai se transformar em expert só por que passa muito tempo conectada. Mas a verdade é que, quem fica online por muito tempo se sente a vontade na frente da tela.
E é aí que entra a Educação. Se o aluno se sente a vontade na frente do computador, ele também vai ficar a vontade para estudar por esse canal! Ou seja, a interação dele com os AVAs será mais próxima e amigável.

2) Funcionalidades
Já diz o ditado "Em time que está ganhando não se mexe". O que faz o sucesso do facebook? O curtir? O compartilhar? A possibilidade de comentário? A conversa? As fotos?
Vou estreitar a pergunta: o que o seu publico-alvo mais gosta no facebook?
Com essa resposta em mente, você poderá moldar sua plataforma de um jeito que ela passe a ter também a mesma funcionalidade.

Vou citar um exemplo: Um cliente meu que nunca tinha acessado o facebook percebeu que seu público adorava a rede social. Então, resolveu fazer um perfil, passou alguns dias observando, e nos encomendou algumas customizações:
- Os vídeos, arquivos e páginas terão um botão curtir
- Os usuários editarão seus perfis de forma que saberão quem tem as mesmas preferências que eles
- Teremos um box de últimas ações dos usuários para que todos saibam o que os colegas estão fazendo.
E isso tudo, no Moodle!

Fazendo um jabá da Líteris, se você tem ideias diferentes para seu moodle, ou deseja aproximá-lo de uma rede social, entre em contato conosco! Clique aqui.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Cursos Online para Crianças


Há um tempo atrás tivemos um embate sangrento no escritório sobre cursos online para crianças. O tema era tenso: dá para trocar a convivência de sala de aula por aulas virtuais no ensino fundamental?

Acredito que tudo precisa evoluir, mas que é preciso resguardar alguns conceitos e tradições, para que não percamos a âncora com o passado.

Sou hard user de um bocado de bugingangas tecnológicas. Fico sem chão quando esqueço o celular em casa. Mas quero que meus filhos saibam o que é folhear um livro, ler um jornal sujando as mãos com a tinta barata que eles são impressos, e, princpalmente, que tenham amigos que possam abraçar.

Acho que os cursos online e até o apoio ao presencial está sendo muito mal utilizado ainda. Dá para explorar muito mais. Afinal, a internet é o lugar onde as crianças e adolescentes passam a maior parte do dia (já levando em conta que ela está na palma das mãos por causa dos celulares e tablets).

Pensando nisso, você acha mesmo que um garoto de 15 anos vai abrir um livro e estudar feliz da vida? Nem na nossa época era assim! Imagina agora que temos todo um mundo de informações e entretenimento ao alcance das mãos!

Então, o que tenho a dizer sobre cursos online para criança é: use e abuse! Mas nunca, nunca mesmo, tire a crinaça do convívio com outras crianças. A sociedade do futuro agradece!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Consultoria para EAD em Empresas


A modalidade de Ensino à Distância Online tem crescido muito no meio corporativo.
Antigamente, as maiores consumidoras de e-learning eram as empresas farmacêuticas que treinam seus colaboradores desde sempre. Mas hoje em dia, qualquer empresa de médio a grande porte, que entende a importância de treinar, acaba caindo no ead.

Acredito que isso acontece por que a dinâmica do mundo e o perfil dos funcionários mudou. Existe uma necessidade latente de fazer as informações e conhecimentos correrem pela empresa e isso é muito dificultado pela volatilidade dos profissionais (que mudam de emprego constantemente atrapalhando o compartilhamento das informações da empresa) e pela própria falta de tempo e excesso de trabalho.

O EAD ajuda significamente nessa questão por que permite:
- Ensinar aos novos colaboradores as políticas da empresa de forma dinâmica, sem precisar deslocar um profissional para isso sempre que alguém novo é contratado
- Treinar os colaboradores em pontos específicos necessários para eles exercerem bem suas funções na empresa
- Controlar o desempenho dos colaboradores nos cursos que eles fazem pela empresa
- Perpetuar ensinamentos dos colaboradores, mesmo depois de eles não estarem mais ligados à empresa

Tudo isso é possível através de uma ferramenta de ensino e controle chamada LMS (Learning Managment System), que é, nada mais nada menos que uma Plataforma de Ensino à Distância.

Aqui na Líteris Treinamento Online, onde eu trabalho, nós utilizamos a plataforma Moodle e damos suporte a todas as outras plataformas.
O suporte é interessante por que, geralmente, o profissional de TH ou de treinamento, não tem domínio de ferramentas online. Então, através desse suporte nós recebemos os pedidos de publicação, edição e exclusão de materiais da plataforma e executamos. O nome que demos a esse serviço é: Suporte Operacional. Veja abaixo um vídeo que explica o Suporte Operacional.



Então, se você é do meio corporativo, ou acha que esse tipo de suporte pode ajudar a alavancar o projeto EAD de sua empresa, fique a vontade para entrar em contato.

terça-feira, 20 de março de 2012

Como fazer a gestão de um curso à distância

Ser gestor de um curso à distância não é muito diferente do que ser gestor de qualquer outra coisa. É preciso empenho e envolvimento.
Mas com base nas experiências boas e ruins pelas quais já passei - e já vi passarem - seguem algumas dicas:

1) Se não for obrigatório, precisa ser desejável
No caso de você precisar gerir um curso à distância que os alunos não são obrigados a realizar, você precisa alinhar os objetivos de estudo com eles.
A partir disso, junto com o produtor do conteúdo, professor ou tutor, alinhe o curso o máximo possível dentro dos objetivos dos alunos.
Também é recomendável que sejam feitas revisões ao longo do curso, para verificar se o objetivo ainda é o mesmo e se os alunos continuam alinhados com ele. Caso existam mudanças, é preciso adaptar o curso.

2) Seja metódico
Estabeleça metas e específique como pretende alcança-las.
Não adianta dizer somente: Quero 70% de adesão ao curso. Você precisa dizer, por exemplo: "Quero 70% de adesão ao curso e para conseguir isso vou fazer contato telefonico com todos os alunos para incentivá-los", ou, "Quero 70% de adesão ao curso e para conseguir isso vou dar um prêmio a todos que participarem", e assim por diante.

3) Se puder pedir ajuda, peça
Se você tiver como dispor de ajuda, como um um tutor que te auxilie com a comunicação com os alunos. Utilize-se dessa pessoa.
Vai ser de grande ajuda para não te atolar e os alunos vão se sentir mais assistidos.

4) Dê feedbacks
Informe aos alunos como está o andamento da turma, e, se possível, faça comunicações individuais informando como está o desempenho de cada um.
Mesmo que você tenha tutores te auxiliando, escolha alguns alunos para você mesmo fazer o contato. Eles se sentirão importantes e o boca-a-boca dará um gás na motivação.

5) Aponte caminhos
Se algo ficar fora do esperado, não se limite a informar que está fora do esperado. Diga o que deve ser feito para voltar ao rumo.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Como realmente aprender estudando a Distância?

Assim como datilografar em uma máquina de escrever não é igual a digitar em um computador, aprender em um curso à distância não segue a mesma receita que seguimos para aprender em cursos presenciais. Desde crianças aprendemos no presencial. Nossas primeiras lições, ainda com nossos pais, são presenciais, então, é normal termos dificuldades para aprender com professores e colegas que não conhecemos de verdade.
Não existe um jeito certo e infalível de aprender à distância, mas vou dar 3 dias valiosas para alunos de EaD.

Se programe
Não adianta ficar fazendo discurso de "Posso estudar na hora que quiser". Apesar de isso ser uma verdade, você precisa de um mínimo de disciplina. Então, escolha o melhor dia/horário para você e dê total prioridade ao estudo nesse período de tempo escolhido.

Sugue todas as atividades
O professor colocou um fórum? Participe ativamente!
Colocou um questionário de exercício para revisão? Faça e refaça o exercício várias vezes.
Colocou um texto? Leia!
Vai ter um chat? Participe!
Você tem acesso ao telefone/email dos colegas? Interaja!

Acredite!
Não faça coro com as pessoas que dizem que não é possível aprender via EaD. Acredite e defenda a modalidade.
Isso não só vai ajudar a modalidade a se estabelecer de vez, mas vai fazer você ter confiança no que está fazendo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Estudando online para Concursos Públicos

Em todos os setores da sociedade - do educacional ao corporativo - o ensino à distância tem tomado cada vez mais espaço. E não podia ser diferente para os concurseiros.

As aulas telepresenciais ainda são o grande destaque, mas já existem muitas escolas virtuais. Elas se localizam principalmente em São Paulo, mas no Rio já existem algumas opções. Mas isso não é importante, por que a escola poderia ser no Acre que você poderia participar dele assim mesmo.

A média de preço está entre R$300 e R$600, variando de acordo com o tipo de concurso.

Agora, assim como tudo que compramos na internet, é importante conhecer sobre a instituição antes de comprar o curso. Busque informações sobre o curso, procure pela opinião de outros estudantes, enfim, corre atrás de saber o máximo possível antes comprar.

Bom estudo e boa prova!


Pesquisa:
r7.com
Revista Exame Online

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Como motivar a Geração Z

Quem são eles?
São pessoas nascidas a partir de 1993. Hoje, eles tem 18 anos ou menos.
Possuem uma particularidade interessante: nunca passaram por uma migração digital. Eles cresceram em um mundo em que os computadores e internet já estavam consolidados.

Como eles vêem a vida?
A geração Z enxerga a vida como uma oportunidade. Possuem espírito empreendedor e se sentem confortável com tudo o que é interativo.

Como motivar a geração Z a estudar online?
A chance de estudar online já é uma motivação para a geração Z, mas o ponto principal é o desafio.
Desafiar essa garotada é primordial para se sentirem motivados. Isso pode ser feito de várias maneiras, mas talvez a mais interessante seja permitir que pesquisem, que criem suas trilhas de conhecimento, que sejam seus próprios mentores. Isso, é claro, em cima de metas finais pré-definidas.

Os professores e tutores não são da geração Z, e por isso, tem grande dificuldade em entendê-los. É preciso uma dose extra de boa vontade para entender e aceitar a nova geração.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Como motivar a Geração Y

Quem são eles?
São pessoas nascidas entre 1979 e 1992. Hoje, eles tem entre 32 e 19 anos.
Cresceram enquanto a Revolução Tecnológica estava acontecendo e ajudaram a concretizar a internet.

Como eles vêem a vida?
Seus principais ideais de vida são a globalização e diversidade, que permitem a satisfazerem seus desejos consumistas.
Para a geração Y, ficar online é uma constante. Podemos inclusive dizer que eles "estão" online, o tempo todo.

Como motivar a geração Y a estudar online?
1) Redes sociais
Não adianta ter somente um ambiente virtual de aprendizagem. Não adianta ser formal. Se os conteúdos publicados no ambiente de treinamento, ou que tenham cunho interessante para os alunos, forem publicados no twitter ou facebook terão uma adesão muito maior.
O recurso "Grupos" do Facebook é bastante interessante para manter o grupo unido, e ao mesmo tempo informar o que é importante.

2) Relacionamento online
A geração Y está acostumada a se relacionar virtualmente. Em geral, fazem mais contatos online que pessoal durante um dia normal de trabalho ou estudo. Fomentar essa caracterísitca, através de incentivos a adicionarem os colegas de curso em suas redes sociais, gtalk e msn é mais interessante que trocarem números de celular.

3) Possibilidade de estudar em qualquer lugar
O conteúdo precisa estar disponível para acesso via computador, tablet e celular. A geração Y está online o tempo todo e se o conteúdo estiver disponível nos formatos citados, uma fila de banco pode virar uma sala de aula se o aluno estiver com o celular em mãos.

4) Não ter tempos e prazos definidos
A geração Y não aprende por pressão. Pode até estudar, mas não aprende. O ideal é que eles tenham os conteúdos disóníveis e datas de provas para realizar ou trabalhos a entregar. Ou seja, um deadline, mas não vários. Do início do curso à avaliação, eles devem poder navegar livremente pelo conteúdo, na ordem e ritmo que preferirem.

5) Rankeamento constante
No mundo globalizado em que cresceram, ser melhor que o restante é uma busca constante. Se você tiver rankeamentos de quem fez mais tarefas, quem ficou mais tempo online, quem tirou as melhores notas, com certeza motivará seus alunos da geração Y a estudar.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Como motivar a Geração X

Quem são eles?
São pessoas nascidas entre 1965 e 1978. Hoje, eles tem entre 45 e 35 anos.
Eles criaram a internet e iniciaram uma grande revolução tecnológica no mundo.

Como eles vêem a vida?
Por passarem Movimento Hippie e Revolução Sexual, tem uma visão mais desapegada das coisas materiais.

Como motivar a geração X a estudar online?
1) Eles acham que sabem tudo de tecnologia
Eles viram o mundo mudar. Ajudaram a máquina de escrever a se transformar em computador. Por isso, acreditam saber tudo de tecnologia. É preciso tutores e atendentes de suporte com paciência para lidar com isso. Eles precisarão de ajuda, mas possivelmente não pedirão diretamente.

2) Cursos de média duração
Assim como os babyboomers, a Geração X foi criada em uma escola tradicional. Por isso, a formação formal ainda é muito importante para eles. Cursos de média duração são ideal.

3) Valorizam a interação social
Por serem muito comunicativos e gostarem de contar suas experiências, é importante que haja interação social durante o curso. Marcar horários específicos para bate-papos online irá agradar bastante seus alunos da geração X. Só não conte com sua presença caso seja uma sala virtual aberta. Eles estão dispostos a agendar um horário e participar, mas não a entrar em um chat sem motivo aparente.

4) Provas e notas avulsas
como citamos anteriormente, a geração X foi criada na escola tradicional, ou seja, fazendo prova para conseguir nota. Mas sempre odiaram isso. Logo, eles identificam as provas como importantes, mas gostam quando podem complementar suas notas com trabalhos extras.

5) Certificados de conclusão
Para a geração X o ensino formal é muito valorizado. Logo, para motivá-los, os cursos precisam ter um diploma, um certificado de conclusão. Isso serve para eles como uma meta a ser alcançada.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Como motivar os babyboomers

Quem são eles?
São as pessoas nascidas entre 1946 e 1977. Hoje eles tem entre 45 e 65 anos.
Eles viram o mundo se reconstruir após a segunda-guerra mundial e a atual política economica do mundo ser criada.

Como eles vêem a vida?
São tradicionalistas. Entraram em seus empregos ainda jovens, com a intenção de ficar lá até a aposentadoria.
Gostam de rotina e continuidade.

Como motivar babyboomers a estudar online?
1) Disposição para ajudá-los nas questões técnicas
Os babyboomers não tem familiaridade com computadores e internet. Por isso, qualquer dificuldade técnica pode tirá-los da trilha de conhecimento.
Ter um suporte que os ajude ou mesmo criar uma rede de contatos dos mais "antenados" com os mais leigos, é fundamental para que eles não desistam no meio do caminho.

2) Cursos de média duração
Cursos muito curtos darão a eles a impressão de que não aprenderam nada.Cursos muito longos vão deixá-los cansados e desmotivados.
O ideal são cursos em que eles precisem ficar pouco tempo efetivamente online, mas que possam seguir um roteiro de estudo programado pelo professor com prazos a serem cumpridos.

3) Cursos que tenham algum tipo de interação social, se possível fora do ambiente virtual
Babyboomers gostam de contato pessoal. São de um tempo em que falar pelo computador era coisa de filme. Então, se for possível marcar encontros presenciais - mesmo que somente para confraternização - com certeza seus alunos ficarão felizes.
Distribuir listas com telefones dos outros alunos da turma também é uma estratégia bastante eficaz, já que eles preferem interagir por telefone que pelo computador.

4) Materiais impressos
Todo material disponibilizado para estudo online também deve estar disponível para impressão. Babyboomers preferem ler no papel do que na tela. A maioria deles irá acessar a plataforma LMS, imprimir o material, e estudar offline.

5) Provas
Como bons tradicionalistas, babyboomers acreditam nas provas. Durante toda a vida eles foram avaliados numericamente pelos professores e se sentem mais seguros dessa forma. Então, marcar provas, sempre oferencendo um material de revisão antes, é fundamental para deixá-los motivados.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Diferenças entre as gerações

No mês passado participei de um congresso sobre EaD e me deparei com uma palestra muito interessante sobre as características das gerações e como elas intereferem no aprendizado. Achei as questões tão intrigantes, que resolvi estudar o assunto. Logo, este e os próximos posts do blog serão sobre as gerações Babyboomer, X, Y e Z.

Comecemos do principio. Neste post vou simplesmente descrever as gerações. As analises virão mais tarde.

Baby Boomers
São as pessoas nascidas entre 1946 a 1964.
Eles viram e sentiram os efeitos do final da 2ª Guerra Mundial e, por isso, tem com principais ideais reconstruir o mundo.
No trabalho, eles querem construir uma carreira e ficar na mesma empresa até a aposentadoria.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 30 a 40 anos

Geração X
São as pessoas nascidas entre 1965 a 1978.
Criaram a internet e viveram em luta pela paz e pela liberdade. Passaram pelo Movimento Hippie e pela Revolução Sexual.
Não tem apego emocional pelo trabalho, como na geração anterior. Trabalham por que é preciso pagar as contas.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 10 a 15 anos

Geração Y
São as pessoas nascidas entre 1979 a 1992.
Ajudaram a concretizar a internet e passaram pela Revolução tecnológica. Por isso, seus principais ideais são a globalização e a diversidade.
No trabalho, sua ambição é satisfazer o desejo de consumir.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 4 a 6 anos

Geração Z
Nascidos a partir de 1993.
O Z é de zapear, mas também podem ser chamados de Geração F, ou Geração Facebook.
São a única geração a não passar por uma migração digital.
Vivem na Interatividade digital.
São empreendedores e costumam pensar fora da caixa.
Como encontraram "tudo pronto", e nasceram em um mundo sem guerra, acabam não tendo ideais e, por isso, são pessoas com compromisso superficial, em todos os aspectos da vida, inclusive no trabalho, que eles vêem como uma forma de ser desafiado.
Média de tempo dentro da mesma empresa: 1 a 3 anos

Se você é como eu, só de ler essas características já ficou fazendo associações com você ou com pessoas que você conhece, ligando a cada geração. Isso é saudável, mas, é importante ter em mente que não podemos generalizar. Alguém que teoricamente é de uma geração, pode ter comportamento referente a outra.

Nos próximos posts, vamos falar um pouco sobre como motivar cada geração na educação corporativa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Andragogia e o Ensino à Distância

Tem muito tempo que escuto falar em Andragogia, e sabia que era algo relacionado à aprendizagem de adultos, mas ultimamente tenho aprendido que essa "ciência" está muito ligada ao ensino à distância. Explicando melhor, o EaD permite que os conceitos da andragogia sejam aplicados com mais facilidade.

Comecemos pelo começo: Na década de 1900 começaram a ser feitos estudos sobre a educação de adultos, mas somente na década de 1970 isso começou a ser nomeado como Andragogia. A primeira vez que o termo apareceu foi na boca do Malcolm Knowles, no ano de 1970, quando ele disse: "Andragogia é a arte ou ciência de orientar adultos". Em 1973, outro estudioso, Pierre Furter, rebateu Knowles, dizendo que os conceitos da dita andragogia eram tão amplos que poderiam ser usados para educar qualquer ser humano, de qualquer idade. Eu, particularmente, concordo com Furter.

Enquanto estudante, sempre fui tida como "rebelde" por que não gostava de assistir às aulas. Mas, a despeito disso, minhas notas sempre foram ótimas. Desde nova, eu tinha meu ritmo de estudo e não me adaptava ao curriculo pré-programado dos professores. Sou uma espécie de super-mulher? Não! Só possuo um jeito prórpio de aprender.

As crianças, são acostumadas a seguir o mestre, e o método tradicional de ensino - a boa e velha pedagogia - acaba funcionando. Mas os adultos são seres independentes - ou pelo menos gostam de se sentir assim, então, a história de "seguir o mestre" acaba deixando o aprendizado chato e lento. A solução é a utilização de alguns conceitos de andragogia. Lembrando que, como no meu caso, esses conceitos podem ajudar crianças e adolescentes a aprenderem melhor. Os conceitos são:
- Os adultos precisam saber o motivo de precisarem aprender algo.
- Os adultos querem escolher seu ritmo de aprendizagem.
- Para os adultos, a experiência de vida é a base do aprendizado.
- O adulto aprende melhor quando pode aplicar o que aprendeu de forma prática.
- Os adultos são motivados por autoestima, qualidade de vida, ganhar mais, etc.

Para colocar em prática os conceitos, algumas idéias - para EaD :)
- Usar fóruns para os alunos contarem suas experiências práticas sobre o assunto estudado.
- Deixar em algum ponto vísivel da página do treinamento a importância de aluno aprender aquele assunto.
- Criar grupos aleatórios em que os alunos tenham a responsabilidade de cobrar a participação dos colegas de seu pequeno grupo.
- Disponibilizar atividades que não tenham pontuação, apenas para estudo.
- Dar feedback constante de como o aluno está indo no curso, ao invés de simplesmente dar notas.
- Criar mecanismos de ranking onde aqueles que forem melhor nas atividades pontuadas, recebam o reconhecimento dos colegas - e talvez até um prêmio.
- Disponibilizar todo conteúdo do curso de uma só vez e permitir que os alunos naveguem no conteúdo na ordem que acharem melhor.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Podcasts na Educação à Distância

O termo "Podcast" surgiu em 2004, alcunhado por um DJ e um jornalista (Adam Curry e Dannie Gregoire, respectivamente). O nome se refere a publicação de conteúdos de áudio online, e ganhou dimensão rapidamente na Web, culminando na criação de rádios online.

A publicação de podcasts é praticamente tão simples quanto a publicação de um post em um blog, mas sua vantagem é que o arquivo, em formato MP3, pode ser baixado e ouvido através de mp3 players, ipods e rádios em geral.

A utilização de PodCasts na Educação à Distância é uma das potencialidades trazidas pela Web 2.0 ao aprendizado. A ferramenta é bastante atrativa aos alunos por não precisarem necessariamente estar na plataforma para estudarem o conteúdo.

Outra utilização interessante é o próprio aluno produzir um podcast e disponibilizar para os colegas. Esse podcast pode ser desde sua apresentação para o grupo, até a apresentação de um trabalho de forma oral.

Como em todas as ferramentas da Web 2.0, a utilização do podcast na EaD depende de somente uma coisa: A CRIATIVIDADE DO PROFESSOR!